A Secretaria de Obras Públicas (SOP) do Rio Grande do Sul está realizando a reforma da sede do Comando de Policiamento da Capital (CPC), em Porto Alegre. Com um investimento superior a R$ 700 mil, as obras têm previsão de conclusão para este semestre, em data ainda não divulgada. O complexo, localizado na rua Baronesa do Gravataí nº 575, bairro Praia de Belas, foi inaugurado em 1974.
As melhorias incluem a substituição da cobertura, calçada e pintura, devido aos danos e desgastes ao longo do tempo. Além disso, está prevista a instalação de piso tátil para proporcionar maior acessibilidade.
O CPC, com sua configuração externa semelhante à de um quartel, é responsável pelo planejamento e execução de ações de policiamento ostensivo e preventivo, com foco na ordem e segurança pública, assim como na defesa do meio ambiente e segurança do trânsito urbano. No local, operam sete unidades operacionais:
– 1º Batalhão da Brigada Militar (Zona Sul)
– 9º Batalhão da Brigada Militar (Centro)
– 11º Batalhão da Brigada Militar (Zona Norte)
– 19º Batalhão da Brigada Militar (Zona Leste)
– 20º Batalhão da Brigada Militar (Extremo Norte)
– 21º Batalhão da Brigada Militar (Extremo Sul)
– Centro de Operações Policiais Militares (Copom)
– Serviço 190, número de emergência para atendimento à população
Recuperação Estrutural
No mês passado, o governo gaúcho deu início à recuperação estrutural do prédio 1 da Agência Central de Inteligência do Quartel-General da Brigada Militar, localizada na Rua da Praia, no Centro Histórico. Com um investimento de R$ 1,3 milhão, a obra está sendo executada em quatro etapas, com previsão de conclusão no próximo semestre.
Esta agência é responsável por antecipar riscos, identificar ameaças e possíveis crimes antes que sejam cometidos. Além disso, atua na reorganização de processos, atualização de protocolos, qualificação de profissionais e implementação de novas técnicas de coleta, análise e produção de informações.
O prédio possui seis pavimentos: subsolo, três andares de uso geral, cobertura, casa de máquinas e cobertura da casa de máquinas. Apresenta problemas estruturais como fissuras, infiltrações, armaduras expostas e corroídas, pinturas deterioradas, forro de gesso danificado pela umidade e trincas nas paredes.
A primeira etapa das obras está em andamento, incluindo a demolição de forros de gesso, alvenarias, remoção de luminárias e esquadrias, além da retirada de entulhos e posterior recuperação estrutural de vigas e pilares.
Segundo o governo do Estado, “essas intervenções irão garantir novamente a estabilidade e a segurança estrutural do prédio, permitindo seu retorno como um ponto administrativo importante para a Brigada Militar”.
(Marcello Campos)
