As usinas de asfalto da Restinga e do Sarandi, localizadas em Porto Alegre, alcançaram um feito inédito ao produzir mais de 100 mil toneladas de asfalto em um ano, totalizando um recorde de 105,3 mil toneladas em 2025.
Sob nova gestão terceirizada, as usinas aumentaram sua capacidade produtiva, o que permitiu que a prefeitura realizasse serviços de pavimentação e recuperação em 136 vias de diferentes regiões da cidade ao longo do ano. Durante esse período, foram requalificados 60 quilômetros de vias, resultando em um investimento de R$ 72,6 milhões no Programa Mais Asfalto.
O secretário municipal de Serviços Urbanos, Vitorino Baseggio, ressaltou a importância desse marco para a gestão, que tem como prioridade investimentos na conservação viária para proporcionar mais qualidade de vida e dignidade aos moradores das comunidades.
Atualmente, segundo o Gipav-POA, 58,18% das vias asfaltadas de Porto Alegre estão em boas ou ótimas condições, resultado do uso de inteligência artificial para monitorar a malha viária. Além disso, 25,35% das vias estão em condição regular e 16,48% em mau estado. Desde outubro de 2024, início do mapeamento, 95,28% das vias asfaltadas da cidade já foram percorridas, conforme divulgado pela prefeitura.
O sistema Gipav-Poa, desenvolvido pela empresa Intelicity, é responsável pelo monitoramento das vias, identificando buracos, fissuras e outros defeitos. Integrado à Central do Cidadão 156+POA desde agosto, o sistema agiliza o processo de solicitação de manutenção de vias danificadas, resultando em um investimento de R$ 2,85 milhões por ano em um contrato de dois anos.
Antes de ser aplicado nas ruas, o asfalto produzido pelas usinas passa por um rigoroso controle de qualidade em um laboratório contratado pela prefeitura. Esse controle garante a conformidade técnica, resistência, durabilidade e segurança dos materiais utilizados em obras de pavimentação e construções civis.
