Repressão eficaz: mais de 3 mil celulares barrados nas cadeias gaúchas no último ano.

A atuação da Polícia Penal foi fundamental para evitar a entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul no ano passado. Por meio de ações extramuros, como rondas externas e o uso de drones, houve um aumento significativo no recolhimento de diversos tipos de produtos, de acordo com o Departamento de Segurança e Execução Penal.

Os servidores penitenciários conseguiram evitar a entrada de 2.893 celulares no sistema prisional, representando um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior. Além disso, o número de chips para celulares apreendidos aumentou em 67%, passando de 1.101 em 2024 para 1.836 em 2025.

É importante ressaltar que esses dados se referem apenas às ações de policiamento preventivo externo, não incluindo as revistas internas or mandados de busca e apreensão realizados dentro das unidades prisionais.

O secretário estadual de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, destacou que esses números refletem a competência dos servidores e o trabalho eficaz no combate ao crime organizado, contribuindo para a segurança pública e para a redução da criminalidade no estado.

Em relação às drogas, houve um aumento de 89% no total de apreensões realizadas pela Polícia Penal em 2025, comparado a 2024, totalizando 426,3 quilos de drogas confiscados.

O superintendente da Polícia Penal gaúcha, Sergio Dalcol, ressaltou a importância do empenho e da qualificação dos servidores no combate à comunicação ilícita e na prevenção da entrada de drogas nas prisões, enfraquecendo a atuação dos grupos criminosos.

Além disso, foram interceptados 184 arremessos de armas brancas em 2025, representando um aumento em relação ao ano anterior.