Prefeitura de Porto Alegre prorroga prazo para adotar Praça Otávio Rocha e Sítio do Laçador.

A prefeitura de Porto Alegre prorrogou o prazo para apresentação de propostas de adoção da Praça Otávio Rocha, localizada no Centro Histórico, e do Sítio do Laçador, na Zona Norte, até o dia 19 de fevereiro. O objetivo é viabilizar investimentos na revitalização dessas áreas públicas por meio de parcerias com empresas privadas.

Como contrapartida, os adotantes terão a oportunidade de realizar atividades comerciais nessas localidades sem a necessidade de pagar aluguel. As propostas devem ser enviadas por e-mail, seguindo as instruções disponíveis no site da prefeitura e nos editais do certame, que estão disponíveis no Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa).

A adoção da Praça Otávio Rocha envolverá a reativação de uma tradicional cafeteria pelo adotante. Apesar de ter sido revitalizada nos anos 2000, atualmente o local encontra-se em condições que não refletem seu antigo esplendor.

O secretário municipal de Parcerias, Giuseppe Riesgo, destaca a importância da manutenção constante da área adotada: “Queremos que esse patrimônio centenário volte a ser um local de convívio no Centro Histórico”.

No caso do Sítio do Laçador, onde está a icônica estátua em homenagem ao gaúcho na entrada da Capital, o adotante também poderá implementar um empreendimento no local. O secretário adjunto da pasta, Fabiano Rheinheimer, menciona que as sugestões incluem estabelecimentos de gastronomia, lojas de conveniência ou postos de recarga para carros elétricos, deixando a criatividade por conta dos interessados.

Regras

– Os interessados devem apresentar um projeto básico que atenda aos requisitos dos editais, contendo um plano de trabalho, cronograma de implementação e estimativa de investimento. O período de adoção será de até quatro anos, com possibilidade de renovação por mais quatro.

– Os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora composta por representantes de órgãos municipais, levando em consideração critérios como viabilidade técnica, impacto urbanístico, agilidade na execução, sustentabilidade econômico-financeira, compromisso com a preservação do espaço público, nível de inovação e experiências anteriores do proponente.

(Marcello Campos)